Exame genético e cirurgia preventiva diminuem risco de câncer no ovário, diz ginecologista

No Brasil, mais de seis mil mulheres devem receber o diagnóstico de câncer no ovário em 2019. A estimativa é do Instituto Nacional de Câncer (Inca), que coloca a doença como o oitavo tipo de câncer mais comum entre as mulheres.

Diferente do câncer de mama e do câncer no colo do útero, que ocupam a primeira e a terceira posição, respectivamente, o câncer de ovário é mais difícil de ser identificado precocemente. De acordo com o Inca, na maioria dos casos os sintomas só são identificados nas fases mais avançadas da doença.

Para Jesus Paula Carvalho, professor de ginecologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) e chefe da equipe de ginecologia oncológica do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp), a investigação do histórico familiar é essencial porque a hereditariedade aumenta a probabilidade de câncer de ovário.

Mulheres cujos familiares, principalmente os de primeiro grau, tiveram câncer de ovário têm chances maiores de desenvolver a doença. Exames específicos podem ajudar na identificação dos genes que sofreram mutação e que podem dar origem ao câncer.

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